segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
infantilmente
ela tinha esse jeito doce e infantil de ser,
uma leveza e uma pureza ímpar...
uma alegria infantil estampada no sorriso,
uma tristeza infantil que clamava por socorro
e um amor idealizado infantilmente
com direito a cores, flores e abraços apertados
com direito a príncipes, bruxas e sapos
com direito a jujubas, sorvetes e chocolates
ela sabia que essa era sua melhor parte
mas sabia que não poderia sair demonstrando-a para o mundo
isso seria ridiculamente estúpido
até que, de repente, ele chegou
ele chegou e a fez perceber que com ele, ela poderia ser apenas ela mesmo.
com toda sua bobagem e bagagem.
com toda sua vontade de mostrar-se exatamente como ela é
com toda sua coragem de perguntar 'essa sou eu, você me aceita?'
e assim, eles viveram um amor infantilmente esplêndido
um amor que há muito era esperado por ambos.
eles podiam ser cada um e os dois ao mesmo tempo,
podiam se amar sem falsas verdades.
e como diria nos contos infantis que ela adorava vivenciar:
eles foram felizes para sempre...
e sempre...
e além do sempre.
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